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SUPORTAR O OUTRO, ATÉ QUE PONTO?

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O convívio com o outro na internet permite debates que podem ser positivos ou negativos, a partir de ideias comuns e/ou conhecimento de culturas diferentes, mas muitas experiências tornam-se negativas por conta de discursos de ódio, que contribuem para a prática da intolerância. Será possível impedir que as diferenças étnicas, religiosas, linguísticas, culturais etc., que existem nas sociedades democráticas, despedaçadas pela diversidade, não caminhem no sentido da oposição, da negação recíproca e, em algumas vezes, da luta até a morte? Esse é um dilema social difícil, por exemplo, quanto ao fato de se pensar em restringir as liberdades básicas de expressão e de comunicação. Afinal, pode-se permitir que se diga qualquer coisa em qualquer lugar? Pode-se ofender e ser racista ou neonazista sem que o outro se pergunte: devo tolerar este intolerante? Diante disso, torna-se premente provocar uma reflexão acerca de até onde uma prática social é tolerável, ou, inversamente, a partir de qual li…

Entrevista com o pesquisador de primeira linha Dr. José Luiz Braga: Dispositivos interacionais; redes sociais; gradientes comunicacionais

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Prof. Dr. José Luiz Braga, professor titular e pesquisador no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Unisinos (RS) e autor de muitos livros do campo da comunicação.

Entrevista com Muniz Sodré no II Seminário Internacional de Pesquisas em Midiatização e Processos Socias

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Muniz Sodré de Araújo Cabral É um pesquisador brasileiro e latino-americano no campo dacomunicação e do jornalismo. Dirigiu a TV Educativa. Publicou quase uma centena de livros e artigos, na área da comunicação (jornalismo em especial), mas também livros de ficção e um romance (O bicho que chegou a feira). Algumas obras tornaram-no mais conhecido, como Monopólio da Fala (sobre o discurso da televisão) e Comunicação do Grotesco (sobre programas de TV que exploram escândalos e aberrações). Um dos poucos teóricos brasileiros na área de comunicação que têm circulação e respeitabilidade no exterior, sendo professor e palestrante de diversas instituições em países como Suécia, França, Estados Unidos, Espanha, Portugal, Colombia, Bolivia, Uruguai, Peru dentre outros. Nesta entrevista ele fala acerca de comunicação, afeto e razão e ao final faz uma análise da conjuntura midiática  do Brasil.

II SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE PESQUISA E MIDIATIZAÇÃO E PROCESSOS SOCIAIS

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Entrevista com o professor Antonio Fausto Neto Doutor em Comunicação, com Pós-Doutorado em Comunicação.
Áreas de interesse: Jornalismo, Discurso, Noticiabilidade, Estratégias Midiáticas, Midiatização. Linha de Pesquisa: Inteligência Artificial . Entrevistadora: Elizabeth Venâncio

E a vida segue

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Eu vou contar uma história. Antônio Fernandes de Oliveira era pai de muito filhos, entre eles,  Maria de Jesus Oliveira Venâncio, Helena Fernandes de Oliveira e  Maria do Espirito Santo, três mulheres guerreiras. A vida nunca foi fácil, mas nela Antônio foi professor Enquanto seus filhos laboravam a terra ele esculpia letras Desenhava sonhos Contava histórias Discutia política
E a vida seguia... E a vida segue...

FELIZ ANIVERSÁRIO MARIA JULIA!!

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Maria Julia, antes de nascer, já era muito desejada
Seu pequeno irmão conheceu uma linda menina, no colégio, cujo nome era Maria Julia.
Em casa, pediu: mamãe eu quero uma irmã e o nome dela será Maria Julia.
Nesta vida desejamos coisas,
muitas delas nos fazem felizes!
Autora: Elizabeth Venâncio

O SER HUMANO É UM RECEPTÁCULO

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Segundo Heráclito (c.535-475 a.C.) tudo é fluxo, mudança, movimento e proclamou:
Não vejo nada além do vir-a-ser. Não vos deixeis enganar! É vossa curta vista, e não a essência das coisas, que vos faz acreditar ver terra firme em alguma parte no mar do vir-a-ser e do perecer. Usais nomes das coisas como se estas tivessem uma duração rígida: mas nem mesmo o rio em que entrais pela segunda vez é o mesmo que da primeira vez. (NIETZSCHE, 1983, § 5)
            O universo está em constante movimento, tudo se transmuda, nada permanece. Somos e não somos, e isso não é um problema para Heráclito, é apenas a nossa natureza.
Entretanto, o ser humano além de ser puro movimento é também um receptáculo, prova disso são as amizades de muitos anos, em que pode-se relembrar histórias conjuntas intactas, que não se perderam, que estão ali adormecidas...Obrigada minhas amigas por me fazer entender o valor da duração.
Elizabeth Venâncio Autora